sábado, 26 de julho de 2008

XO! XO! Alzheimer ( Para pôr os olhos embico )

Faça o teste
Encontre o C, é um bom exercício para os olhos.

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que encontrou o C, encontre o 6.
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Encontrado o 6, encontre agora o N. Este é difícil.
MMMMMMMMMMMMM MMMMMMMMMMMMM MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMNMMMMM MMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM MMMMMMMMMMMMM MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM MMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM MMMMMMMMMMMMM MMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMM MMMMMMMMMMMM
Esta não é uma brincadeira. Se você passou nos testes, gire sua chave
de ignição e cancelea sua visita anual ao oftalmologista e ao neurologista
(alzheimer)

A cabra e o velhinho:
Um famoso repórter de televisão estava em Uzbequistão, no meio
de uma grande reportagem que falava sobre os costumes do local.
De repente, ele se deparou com um velhinho sábio, e logo começou a
entrevistá-lo:
- O senhor poderia me contar um fato de sua vida que tenha sido muito
marcante?
- Um dia, há muito tempo, minha cabra se perdeu na montanha.
Como manda a nossa tradição, todos os homens da cidade se reuniram
para beber e sair à procura da cabra. Quando finalmente a encontramos,
já de madrugada, bebemos mais uma dose e, como de costume, todos
transaram com a cabra, um por um. Foi uma cena inesquecível!!!
- Meu senhor, sinto dizer-lhe que a emissora dificilmente levará ao ar
essa declaração, então eu sugiro que o senhor conte uma outra história...
Quem sabe uma história bem feliz...
- Ok, também já vivi uma história muito feliz aqui...
Um dia, a mulher do meu vizinho se perdeu na montanha. Como manda a
nossa tradição, todos os homens da cidade se reuniram para beber e sair à
procura da mulher.
Quando finalmente a encontramos, bebemos mais uma dose e, como de
costume, todos os homens da cidade transaram com a boazuda.
Foi o dia mais divertido da minha vida!
- Ok, vamos tentar mais uma vez, diz o repórter já preocupado.
- Será que o senhor não poderia nos contar uma história muito, muito triste?
Então o velho homem baixou a cabeça e, com os olhos cheios de lágrimas,
começou:
- Um dia, eu me perdi na montanha...
NEURÓNIO SOLITÁRIO
No cérebro de um homem havia um neurônio sozinho.
Um dia, um outro neurônio passa por lá meio apressado.
O neurônio solitário diz:
-Olá! Tudo bem? Como vai? Prazer em vê-lo! Vamos conversar!
O neurônio que passeava pelo cérebro estranha a hospitalidade e responde:
- Olá, companheiro! Posso saber o motivo de tanta felicidade ao me ver?
- Quer saber? Você é o primeiro neurônio que vejo passar por aqui depois
de décadas... estou sozinho há tanto tempo nesse maldito cérebro...
- Mas espera aí... há quanto tempo você está aqui solitário?
- Bem...desde sempre... sempre estive aqui...
- Cara, mas você é burro mesmo ! Desce pro pinto ... Tá todo mundo lá!
A melhor da semana
*O alentejano mais pobre da aldeia só tinha uma bicicleta, mas um dia
> aparece no Café Central com um descapotável. Admirados, perguntam os
> conterrâneos:
> 'Atão cumpadri, onde arranjou esse carrinho?'
> 'Nem calculam! Na estrada vi uma moça, por acaso bem jeitosa, a chorar e
> perguntê 'o que é que se passa?' Atão ela disse-me 'veja lá, um carrinho
> tão novo e já avariado!'. Atão, abri o motor, liguê dois fios e pronto! O
> carro estava arranjado.
> Atão ela puxou-me para trás de um chaparro,
> despiu-se toda e disse-me 'para pagar o trabalho que o senhor teve, faça o
> que quiser!'.
> E eu fiz o que quis, meti-me no carro e abalê com ele.'
> Em coro, respondem os outros:
> 'E vossemecê fez muito bem. De certeza que a roupa também nã lhe
> servia...'

Esta talvez seja a melhor para mim
O velho Padre, durante anos, tinha trabalhado fielmente com o povo
africano, mas agora estava de volta a Portugal, doente e moribundo, no
Hospital de S. José. De repente ele faz um sinal à enfermeira, que se
aproxima.
- Sim, Padre? diz a enfermeira.
- Eu queria ver o Primeiro Ministro José Sócrates e o Ministro das finanças
Teixeira dos Santos antes de morrer, sussurrou o Padre.
- Acalme-se, verei o que posso fazer, respondeu a enfermeira.
De imediato, ela entra em contacto com o Palácio de S. Bento e com José
Sócrates. E logo recebe a notícia: ambos gostariam muito de visitar o Padre
moribundo.
A caminho do Hospital, Sócrates diz a Teixeira dos Santos:
- Eu não sei porque é que o velho padre nos quer ver, mas certamente que
isso vai ajudar a melhorar a nossa imagem perante a Igreja, o que é sempre
bom.
Teixeira dos Santos concordou. Era uma grande oportunidade para eles e
até foi enviado um comunicado oficial à imprensa sobre a visita.
Quando chegaram ao quarto, o velho Padre, pegou na mão de Sócrates, com
a sua mão direita, e na mão de Teixeira dos Santos, com a sua esquerda.
Houve um grande silêncio e notou-se um ar de pureza e serenidade no
semblante do Padre.
Sócrates então disse:
- Padre, porque é que fomos nós os escolhidos, entre tantas pessoas, para
estar ao seu lado no seu fim ?
O velho Padre, lentamente, disse:
-Sempre, em toda a minha vida, procurei ter como modelo o Nosso Senhor
Jesus Cristo.
-Amém, disse Sócrates.
-Amém, disse Teixeira dos Santos.
E o Padre continuou:
-'Então... como Ele morreu entre dois ladrões, eu queria fazer o mesmo...!!!'
Bom sábado
e com muito sol se possivel
bjs Nela

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Lemos bobagem, repetidamente,
portanto vale a pena REPETIR algo
que escrito no SEC XIX continua
tão atual e mais ainda....
Abç






NUNCA ESTEVE TÃO ATUAL!!


A poesia de Rui Barbosa, transcrita a seguir,
poderia ter sido escrita hoje, sem mudar uma palavra...
(Rui Barbosa deixou de ser senador em 1892 e faleceu em 1923.)
SINTO VERGONHA DE
MIM
Sinto vergonha de mim
por ter sido educador de parte desse povo,
por ter batalhado sempre pela justiça,
por compactuar com a honestidade,
por primar pela verdade
e por ver este povo já chamado varonil
enveredar pelo caminho da desonra.
Sinto vergonha de mim
por ter feito parte de uma era
que lutou pela democracia,
pela liberdade de ser
e ter que entregar aos meus filhos,
simples e abominavelmente,
a derrota das virtudes pelos vícios,
a ausência da sensatez
no julgamento da verdade,
a negligência com a família,
célula-Mater da sociedade,a demasiada preocupação
com o 'eu' feliz a qualquer custo,
buscando a tal 'felicidade'
em caminhos eivados de desrespeito
para com o seu próximo.
Tenho vergonha de mim
pela passividade em ouvir,
sem despejar meu verbo,
a tantas desculpas ditadas
pelo orgulho e vaidade,
a tanta falta de humildade
para reconhecer um erro cometido,
a tantos 'floreios' para justificar
atos criminosos,
a tanta relutância
em esquecer a antiga posição
de sempre 'contestar',
voltar atrás
e mudar o futuro.
Tenho vergonha de mim
pois faço parte de um povo que não reconheço,
enveredando por caminhos
que não quero percorrer...
Tenho vergonha da minha impotência,
da minha falta de garra,
das minhas desilusões e do meu cansaço.

Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir meu Hino
e jamais usei a minha Bandeira
para enxugar o meu suor
ou enrolar meu corpo
na pecaminosa manifestação de nacionalidade.
Ao lado da vergonha de mim,
tenho tanta pena de ti,
povo brasileiro!
'De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem- se os poderes
nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
A rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto'
Rui Barbosa
E porque ñ mudar o nome do PAÍS?
Pensem nisso
Bjs Nela